AM Reabilitar – Amanda Máximo Fisioterapeuta

Author name: AM Reabilitar

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Junho Verde: um alerta para a saúde da sua coluna

Você sabia que junho é o mês de conscientização sobre a escoliose?   Conhecido como Junho Verde, esse período é dedicado a alertar sobre uma condição que, apesar de comum, muitas vezes passa despercebida: a escoliose. Discreta e progressiva, a escoliose é um desvio lateral da coluna que costuma se desenvolver de forma silenciosa. Ela não aparece de um dia para o outro. Começa sutilmente — um ombro mais alto, um quadril desalinhado, uma dor que vai e volta… Com o tempo, essas mudanças afetam o modo de caminhar, respirar e até descansar. Por isso, o Junho Verde é mais do que uma campanha: é um convite para olhar com mais atenção para o corpo, especialmente durante o crescimento.   Fique atento aos sinais: Desalinhamento entre ombros e escápulas Uma cintura mais reta que a outra Cabeça inclinada com frequência para um lado Uma pelve mais elevada Um volume maior em um dos lados das costas Esses indícios merecem investigação. Com o diagnóstico correto e acompanhamento especializado, a escoliose pode ser tratada com respeito à individualidade de cada corpo. Conscientizar é o primeiro passo. O segundo é agir! 🔍 Procure um profissional especializado em escoliose.   📍 Agende sua avaliação e descubra como cuidar da sua coluna de forma integral e personalizada.

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Ângulo de Cobb: O que é e qual a sua importância no tratamento do seu filho?

O que é o Ângulo de Cobb? O ângulo de Cobb é a nomenclatura mais utilizada para quantificar a magnitude das deformidades da coluna, especialmente nos casos de escoliose. Essa medida é obtida por meio de radiografias simples nas posições AP (ântero-posterior) e perfil, sendo considerada o padrão ouro para avaliação da escoliose. O ângulo foi descrito pela primeira vez em 1948 pelo cirurgião ortopédico americano John R. Cobb (1903-1967) e, desde então, tem sido amplamente adotado na prática clínica. Como o Ângulo de Cobb é medido? A medição do ângulo de Cobb é realizada a partir de uma radiografia da coluna vertebral, utilizando o método de Cobb. O processo consiste em: Traçar uma linha na radiografia a partir do topo da vértebra superior mais inclinada. Traçar outra linha a partir da base da vértebra inferior mais inclinada. O ângulo formado entre essas linhas é o ângulo de Cobb. Além do método tradicional, também é possível medir o ângulo de Cobb com um escoliômetro, um aparelho específico para essa finalidade. Atualmente, existem diversos aplicativos que realizam essa medição de forma digital. Um exemplo é o aplicativo da Isico, que possui um escoliômetro digital para auxiliar na mensuração do Cobb. Qual a importância do Ângulo de Cobb para o tratamento? A mensuração do ângulo de Cobb é essencial para diagnosticar a escoliose, classificar a gravidade da curvatura e acompanhar sua evolução ao longo do tempo. Com base nesse diagnóstico, o profissional pode definir o melhor tratamento, seguindo as diretrizes da SOSORT (Sociedade Internacional de Tratamento Ortopédico e Reabilitador da Escoliose). A classificação da escoliose, segundo o ângulo de Cobb, é feita da seguinte forma: Menor que 10 graus: Não é considerado escoliose, mas deve ser observado de acordo com a idade do paciente. Entre 11 e 25 graus – Escoliose leve: O tratamento indicado consiste em exercícios fisioterapêuticos específicos para escoliose. Entre 25 e 45 graus – Escoliose moderada: O tratamento recomendado envolve o uso de colete 3D, associado a exercícios fisioterapêuticos específicos. Acima de 45 graus – Escoliose grave: O tratamento é cirúrgico, com fisioterapia pré e pós-operatória para melhor recuperação. Tratamento especializado para escoliose A Dra. Amanda Máximo oferece tratamento especializado para a escoliose em todos os graus do ângulo de Cobb, desde curvas leves até casos mais graves. É importante destacar que o tratamento da escoliose não se restringe apenas a crianças e adolescentes. Adultos que apresentam um ângulo de Cobb acima de 30 graus podem sofrer progressão da curvatura, mesmo após a maturação óssea, especialmente se a curvatura for maior que 50 graus. Agende uma consulta Não deixe que a escoliose limite sua vida ou a do seu filho! Agende uma consulta com a Dra. Amanda Máximo e receba um tratamento de excelência, garantindo mais qualidade de vida e bem-estar.

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Escoliose Adulta

A escoliose adulta é definida como uma deformidade da coluna vertebral em um paciente esqueleticamente maduro com um ângulo de Cobb de mais de 10 graus. A escoliose adulta pode ser separada em 3 grupos principais: – Tipo 1: escoliose degenerativa primária, com sintomas predominantemente de dor nas costas, muitas vezes acompanhada por sinais de estenose espinhal ( estenose central e lateral) ou sem. Estas curvas são frequentemente classificadas como escoliose “de novo”; – Tipo 2: Escoliose idiopática do adolescente da coluna torácica e/ou lombar que progride na vida adulta e geralmente está combinada com degeneração e/ou desequilíbrio secundário. – Tipo 3: Curvas secundárias em adultos: Pode ser por uma diferença de membros inferiores, patologias no quadril ou no contexto de uma doença óssea metabólica como a osteoporose e/ou fraturas. Esses pacientes apresentam-se predominantemente com dores nas costas, seguidas de dores nas pernas e sintomas de claudicação, raramente com déficit neurológico. O tratamento é então adaptado à sintomatologia específica do paciente. A intervenção cirúrgica é uma opção, entretanto, existem riscos de complicações. Até o momento não existem comparações entre tratamento conservador e cirúrgico. A abordagem SEAS possui tratamento específicos para esses pacientes. A dor e a incapacidade estão relacionados a um desequilíbrio sagital com a perda da lordose lombar e ao aumento da cifose torácica e ao ângulo de Cobb. O objetivo dos exercícios específicos é restabelecer o alinhamento sagital e prevenir a progressão do ângulo de Cobb.

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Dra. Amanda Máximo participa do programa Vanguarda Comunidade

Em homenagem ao Junho Verde, mês internacional da conscientização sobre a Escoliose, a Dra. Amanda Máximo foi a São José dos Campos conversar com a Talita França sobre tudo o que envolve o mundo da escoliose. Foi uma conversa muito interessante. Confira abaixo o link da gravação dessa riquíssima conversa que foi ao ar no programa Vanguarda Comunidade no dia 30/06/2024. https://globoplay.globo.com/v/12717216/   Clique e assista!

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Cefaleia: o que é, quais os tipos e como a osteopatia pode ajudar!

As dores de cabeça primárias são distúrbios de dor de cabeça que não são devidos a outra condição médica subjacente. Eles incluem enxaqueca, dor de cabeça do tipo tensão, dor de cabeça em salvas e alguns distúrbios de dor de cabeça menos comuns. Para enxaqueca e dores de cabeça do tipo tensão, se o paciente tiver dores de cabeça 15 ou mais dias por mês por mais de três meses, a palavra “crônica” é usada como parte do diagnóstico (enxaqueca crônica ou dor de cabeça crônica do tipo tensão). Dores de cabeça secundárias são dores de cabeça que são devidas a outro distúrbio médico definível. As mais comuns são: Dor de Cabeça Cervicogênica: deve ser considerada em pacientes com dor no pescoço e dor na cabeça occipital, com ou sem radiação de dor para outras regiões da cabeça (ou rosto), quando a dor é precipitada ou agravada por movimentos do pescoço ou posturas sustentadas do pescoço e há anormalidades no exame do pescoço. Se a dor de cabeça ocorrer após o trauma no pescoço e persistir por mais de três meses, o termo “dor de cabeça crônica atribuída à lesão por chicote” deve ser usado;   Dor de Cabeça Pós-Traumática: deve ser diagnosticada quando um novo transtorno de dor de cabeça começa dentro de sete dias após uma lesão na cabeça. Isso pode ocorrer mesmo após uma lesão leve na cabeça. Se a dor de cabeça persistir por mais de três meses, é chamada de “dor de cabeça persistente atribuída ao traumatismo craniano”;   Secundária ao Distúrbio Temporomandibular: deve ser considerado em pacientes com dor de cabeça e/ou dor facial que tenham clique doloroso na mandíbula, bloqueio da mandíbula e sensibilidade dos músculos da mastigação, sensibilidade das articulações temporomandibulares ou limitação do movimento mandibular.   A osteopatia é uma grande aliada no tratamento não farmacológico da cefaleia, por ser centrada no indivíduo e entender que não existe somente uma causa e sim consequência de múltiplos fatores que cada paciente apresenta. Através de uma avaliação extensa que visa identificar hábitos nocivos, estilo de vida e principalmente quais estruturas estão em disfunção que contribuem para alterações na cervical, na articulação temporomandibular e cintura escapular que normalmente estão alteradas nas cefaleias principalmente nas do tipo cervicogênica e tensional. Além disso, possui uma ampla gama de técnicas manuais eficazes no tratamento dessas disfunções e prescrição de exercícios para o melhor controle do paciente nas crises. Benefícios: Reduzir intensidade da dor; Maior espaçamento entre as crises; Diminuição da duração das crises; Diminuição da necessidade de medicação; Melhora da capacidade funcional; Maior qualidade de vida.   É importante salientar que o melhor tratamento para cefaleia, se faz necessário a inclusão de diversos profissionais como médico, psicólogo, nutricionista e educador físico. Não perca tempo, seja protagonista do seu tratamento, entre em contato para conhecer a osteopatia, eu posso te ajudar.

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O que é Osteopatia e como ela pode te ajudar?

A osteopatia foi criada pelo médico americano Andrew Taylor Still, em 1874 e de acordo com ele, o corpo é capaz de criar seus próprios meios de encontrar o equilíbrio e o profissional é um facilitador desse processo. Segundo a OMS em 2010, a osteopatia é um método diagnóstico e terapêutico que utiliza o contato manual para esses fins. Diz respeito à relação do corpo, mente e espírito na saúde e na doença, enfatizando a integridade estrutural e funcional do corpo a direcionar-se à própria cura. A osteopatia entende que não existe somente uma causa para a doença e sim que são consequência de múltiplos fatores tanto físicos quanto sociais e emocionais para os sinais e sintomas que cada paciente apresenta. A abordagem osteopática é centrada no indivíduo e não na doença, e através de uma avaliação identificar como a dinâmica dos tecidos articulares, fasciais, vasculares e nervosos se integram e como ela pode modular toda a fisiologia do corpo e assim diagnosticar e tratar os fatores que limitam e inibem a saúde, e com técnicas não invasivas, naturais e manuais (TMO – Técnicas Manipulativa Osteopática) visa restaurar e normalizar a mobilidade funcional dos tecidos e sistemas e assim proporcionar meios do corpo encontrar o seu equilíbrio. Além disso, identificar fatores na dieta, exercícios, cuidados na saúde, estilo de vida que podem contribuir para a condição clínica do paciente e assim orientar mudanças e encaminhar para outros profissionais se necessário. Benefícios A Associação Americana de Osteopatia diz que só é possível haver saúde se todos os sistemas corporais estiverem em harmonia e esse equilíbrio pode ser recuperado através de uma abordagem holística e individualizada como o é o tratamento osteopático, portanto o maior benefício da osteopatia é a promoção de saúde e aumento da capacidade funcional e com isso melhora da qualidade de vida dos pacientes. Qual indicação? A osteopatia é indicada para todas as pessoas pois trabalha tanto as disfunções que o paciente apresenta quanto de forma preventiva já que promove o equilíbrio dos sistemas. O profissional é capaz de identificar alterações e disfunções que não estão manifestadas de maneira intensa e assim reduzir o risco de dor ou lesão. A principais doenças tratadas pelo profissional osteopata são: – Lombalgias, cervicobraquialgias, dores ciáticas e hérnias de disco; – Artroses, artrites e tendinites; – Cefaleias do tipo cervicogênica e tensional; – Refluxo gastroesofágico e constipação; – Traumas como: entorses de tornozelo, síndrome do chicote; – Neuropatias entre outras doenças. Não perca tempo! Seja protagonista da sua saúde, se está sentindo dores ou incômodos pelo corpo, a osteopatia pode te ajudar com um tratamento eficaz, sem medicação, não invasivo e manual. Entre em contato!

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Escoliose, o que é e como identificar?

Segundo a SOSORT Escoliose é um termo geral que compreende um grupo heterogêneo de condições que consistem em alterações na forma e posição da coluna vertebral, tórax e tronco. Existem diversos tipos de escoliose, a mais comum é a Escoliose Idiopática do Adolescente (EIA), por definição o termo escoliose idiopática é de origem desconhecida e provavelmente decorre de várias causas. Ocorrem em crianças aparentemente saudáveis e pode progredir em relação a múltiplos fatores durante qualquer período rápido de crescimento. Para um melhor entendimento, a EIA é uma alteração tridimensional da coluna vertebral que causa uma inclinação do tronco para um lado e uma rotação para o lado contrário da inclinação, podendo ter uma retificação ou uma cifotização da coluna. A progressão é mais comum em meninas durante o surto de crescimento na puberdade, numa proporção que pode chegar, dependendo do grau, de cada 7 meninas para 1 menino. A EIA quando não tratada, pode levar a deformidades graves do ronco, que limitam a capacidade e a biomecânica funcional do tórax, a capacidade de exercício, o condicionamento físico geral e a capacidade para o trabalho, fatores relacionados ao comprometimento da qualidade de vida. Adultos com escoliose tem 3x mais chance de desenvolver dores na coluna do que adultos sem escoliose, isso acontece pois muitas vezes são desestimulados a prática de atividade física na adolescência. Existem algumas alterações que podem indicar uma escoliose, porém o padrão ouro para diagnóstico é uma radiografia. Se você tem ou perceber no seu filho (a): Um ombro mais alto que o outro; Ombro e quadril assimétricos; Um lado da caixa torácica ou uma perna maior do que a a outra; O corpo se inclina para um lado. O diagnóstico e o tratamento precoce é fundamental para reduzir a chance da progressão da curva e uma possível cirurgia, já que o tratamento conservador com exercícios específicos para escoliose mais o colete tem boas evidências para curva até 40 graus. Aliás, curvas com até 20 graus nem precisa de uso de colete, somente exercícios específicos. Procure um fisioterapeuta que faça tratamento específico para escoliose, evite a progressão da curva ou possíveis dores na coluna. Lembre-se que quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, maior a chance de cura.

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Nutrição Comportamental

Olá, me chamo Júlia Gabriel, sou nutricionista e vou contar um pouquinho como funciona o meu trabalho. No meu atendimento minhas condutas seguem a linha da nutrição comportamental, te ajudando a estabelecer uma boa relação com a comida. Além de prevenção e tratamento de doenças, sempre baseando a nutrição em evidências científicas seguras. Na primeira consulta que irei conhecer sua história alimentar, suas dificuldades, sua rotina e objetivos. Para que assim possamos traçar a melhor estratégia para você, levando em conta aspectos sociais, emocionais e sua condição clínica. Preservando o comer com consciência, para que a reeducaçãoalimentar seja algo que você consiga levar para a vida, sem sofrimento e restrições abusivas. Depois, agendaremos retornos para acompanhar sua evolução e ajustar a dieta. Entre uma consulta e outra, conte comigo, estarei disponível para esclarecer todas suas dúvidas. Se interessou? Então entre em contato e agendaremos o melhor horário para você!

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Sobre Movimento

O movimento é essencial à manutenção saudável do nosso corpo. Ao nascer, por exemplo, somos puramente vida, flexibilidade e movimento, e com o passar dos anos perdemos aos poucos toda a flexibilidade e movimentação naturais que recebemos como presentes! Enrijecer, com o passar do tempo, e diminuir os movimentos são os grandes vilões que cedem espaço para diversas doenças, e acabam prejudicando tanto nosso bem-estar, quanto a nossa saúde. Muito além do físico, nosso psicológico sofre com a ausência do movimento. A tristeza, por exemplo, unidaa ao sedentarismo, também prejudica as nossas relações e tornando-nos “anti-sociais”. Movimentar-se vai muito além de uma escolha, é uma necessidade física e psicológica da nossa máquina natural!

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